31.5.02

Frase do dia. Recebi essa da Farmácia de Pensamentos:
"Somos jovens loucos num mundo onde os normais constroem bombas atômicas."

27.5.02

Isso é o que chamo de aula!

Retirado da Folha Online:
"(...) Na "vida real", o professor Jim Kakalios, titular da cadeira de física da Universidade de Minnesota, nos EUA, utiliza o personagem para prender a atenção dos teens e pós-teens que frequentam as suas aulas.

"A teia do Homem-Aranha é realmente forte o suficiente para agüentar seu peso enquanto ele voa de um prédio para outro?" é um dos problemas da última prova que aplicou.

Kakalios batizou o curso de "Everything I Know of Science I Learned from Reading Comic Books" (Tudo o que Eu Sei de Ciência Aprendi Lendo História em Quadrinhos) e teve a idéia lendo um episódio de 1973 da série em que a então namorada de Peter Parker, Gwen, morre ao ser derrubada de uma ponte pelo (...) Duende Verde".

Por que nunca tive um professor assim? Seria tudo tão mais fácil...

19.5.02

O ônus da prova

Assisti à peça "A Prova", com Andréia Beltrão. Excelente do primeiro ao último minuto. Minutos que me fizeram pensar em algumas questões. Por que temos que provar que não estamos errados a cada decisão que tomamos? Por que, quando fazemos algo certo, temos que provar que não trapaceamos? Isso é uma tremenda incoerência. Já diz uma frase muito famosa no Direito: "O ônus da prova cabe ao acusador". Estou errado? Então prove que estou errado.

Outra questão da mesma peça: por que existem pessoas que se incomodam com o pensamento alternativo, com formas diferentes de viver a vida? O grande barato desse conjunto de seres heterogêneos que chamamos "a humanidade" é que alguns (poucos) de nós têm o talento para inovar. São esses revolucionários que nos permitem mudar nossos paradigmas existenciais rumo a algo novo. O novo não é melhor ou pior, é apenas diferente das experiências passadas. Mudamos para sobreviver. A alternativa é a morte causada pela estagnação.

15.5.02

De tanto falar de Ex-quase-futuro, acabei virando uma vítima dessa famigerada tríade.
Por um curto período tive uma ex-quase-futura namorada. Mas com sorte (e um pouco de habilidade, admito) conseguimos superar isso e agora está tudo bem. Fez-se valer a frase: "No fim, tudo termina bem. Se não está bem, é porque não chegou ao fim".